MARCIO ALBERTO

DR. MARCIO ALBERTO  |  25 ANOS  |  +300 MODELOS NUMÉRICOS

Modelagem matemática: a vantagem competitiva oculta da gestão ambiental.

Para diretores de saneamento e indústrias que decidem alocar milhões em recursos hídricos e remediação ambiental sem um modelo numérico orientando essas escolhas. Modelos não são acessórios — são o critério estratégico que separa investimento de desperdício.

Formação e parcerias

UNESPFGVUniversidade de Aveiro
Marcio Alberto — consultor em gestão ambiental e recursos hídricos

O problema silencioso

Por que projetos ambientais perdem milhões mesmo com equipes técnicas competentes?

Porque a gestão é feita com base em estimativas, intuição e relatórios fragmentados — em vez de modelos que integram dados, hidrogeologia, química e custos em uma única decisão defensável.

Recursos alocados no lugar errado

Investe-se em remediação onde a massa de contaminante não está concentrada, e em monitoramento onde já não há risco.

Prazos perdidos sistematicamente

Decisões reativas geram retrabalho com órgãos ambientais (CETESB, IBAMA) e atrasam licenciamentos críticos.

Disponibilidade hídrica subestimada

Operações de saneamento operam poços sem entender reservas explotáveis e perímetros de proteção reais.

Decisões sem defensabilidade técnica

Em uma due diligence ambiental, M&A ou auditoria, relatórios sem modelo viram passivo, não ativo.

O que ouvimos de quem ainda não modela

Três mitos que custam caro.

01

Modelagem só faz sentido junto com investigação?

Errado — e é o erro mais comum. Quando o modelo vem antes ou em paralelo à investigação, ele direciona onde amostrar, em que profundidade e com qual frequência. Reduz o número de poços de monitoramento necessários e elimina amostragens que não geram informação útil. Modelo bem feito paga a investigação.

02

Modelos não consideram todas as variáveis. São fracos.

Modelo não é oráculo — é ferramenta de decisão. Captura as variáveis que governam o comportamento do sistema (transporte advectivo, dispersão, retardação, fluxo subterrâneo). Quando bem calibrado contra dados reais, prevê com confiança suficiente para sustentar decisões de milhões. A pergunta certa não é “considera tudo?”, é “reduz a incerteza o bastante para decidir?”.

03

Eu preciso de remediação, não de mais um modelo.

Exatamente por isso é que o modelo importa. Ele define o quê remediar, onde, em qual taxa e por quanto tempo. Em um caso real de oxidação química, a modelagem reduziu em 30% o custo total ao direcionar reagentes para as zonas de maior massa. Sem modelo, remediação é tentativa e erro caro.

Para quem trabalhamos

Dois universos. Uma metodologia.

Aplicamos modelagem matemática como espinha dorsal de duas áreas de atuação. O método é o mesmo. Os entregáveis, customizados.

Saneamento básico

Para concessionárias e operadoras de água

Diretores e gerentes que precisam decidir sobre poços, reservas, perímetros e planos de longo prazo.

  • Planos de Segurança da Água (PSA) e Segurança Hídrica
  • Definição de perímetros de proteção de poços de captação
  • Avaliação de disponibilidade hídrica e reservas explotáveis
  • Modelagem numérica de aquíferos para gestão estratégica
  • Prolongamento da vida útil de poços operacionais

Indústria

Para indústrias com passivo ambiental ou exposição a risco hídrico

Diretores e coordenadores de meio ambiente em química, petroquímica, siderurgia e segmentos correlatos.

  • Gestão estratégica de áreas contaminadas (megasites e portfólios)
  • Modelagem para definição de taxas e estratégias de remediação
  • Due diligence ambiental em operações de M&A
  • Gestão de recursos hídricos industriais
  • Intrusão de vapores e avaliação de risco à saúde humana

Resultados reais

Casos onde modelar mudou a equação.

Cinco aplicações reais entre indústria e saneamento. Nomes preservados por confidencialidade.

01Indústria / Megasite

Diagnóstico de área industrial complexa

Aplicação do conceito de megasites para subsidiar a agenda de gestão das áreas contaminadas do cliente. O modelo permitiu priorizar investimentos por relevância de risco e momento ideal de intervenção, em vez de tratar todas as áreas com a mesma urgência.

02Indústria / Remediação

Oxidação química com 30% menos custo

Modelagem definiu taxas de remediação e zonas de aplicação para projeto de oxidação química, direcionando reagentes às regiões de maior ocorrência de massa contaminante. Redução de 30% nos custos totais sem comprometer a eficácia do tratamento.

03Saneamento / Disponibilidade hídrica

Plano de gerenciamento de poços para concessionária

Modelo numérico subsidiou a definição de disponibilidade hídrica, reservas explotáveis e plano de gestão dos poços de captação. Resultado: prolongamento da vida útil dos poços, maior disponibilidade hídrica e menor custo de manutenção.

04Gestão regional / Aquífero Guarani (em andamento)

Bacias dos rios Jacaré-Guaçu e Jacaré-Pepira (SP)

Modelo numérico em desenvolvimento para subsidiar a definição de disponibilidade hídrica e o direcionamento de ações de gestão sobre o Sistema Aquífero Guarani na região de São Carlos e Araraquara.

05Gestão pública / ARC-Jurubatuba

Assessoria à FABHAT — Fundação Agência Bacia do Alto Tietê

Diagnóstico atualizado de contaminações em água subterrânea na Área de Restrição Crítica de Jurubatuba e sugestão de diretrizes para gestão de poços de captação.

MA

[ Foto profissional vertical ]

Sobre

Modelagem como decisão de negócio — não como exercício acadêmico.

Marcio Alberto é hidrogeólogo com 25 anos de atuação em gestão de recursos hídricos e áreas contaminadas. Construiu mais de 300 modelos matemáticos aplicados a projetos no Brasil e no exterior — sempre com a mesma pergunta como ponto de partida: qual decisão de negócio esse modelo precisa sustentar?

Mestre e Doutor em Geociências e Meio Ambiente pela UNESP, com MBA em Gestão de Empresas pela FGV, combina rigor técnico com visão executiva. Atua como palestrante nos Workshops do Comitê de Bacias Piracicaba, Capivari e Jundiaí e mantém parceria acadêmica com a Universidade de Aveiro (Portugal).

É fundador e CEO da GeoInovações — empresa criada com a missão de melhorar a qualidade de vida das pessoas pela gestão inteligente de recursos hídricos e áreas contaminadas.

25+ anos

Atuação em hidrogeologia

300+ modelos

Numéricos entregues

UNESP + FGV

Doutorado + MBA

3 idiomas

Atuação internacional

Masterclass gratuita

Modelagem como vantagem competitiva: a aula que diretores de saneamento e indústria deveriam assistir antes de aprovar o próximo orçamento ambiental.

Aula gravada de aproximadamente 30 minutos. Quando você deve contratar modelagem, como ela se integra ao seu portfólio de projetos e onde estão os ganhos de 20% a 40% que ficam invisíveis sem ela.

[ Player de vídeo — substituir ]

Sem spam. Você poderá descadastrar a qualquer momento. Materiais técnicos exclusivos enviados eventualmente.

Materiais técnicos

Conhecimento técnico, em formato curto.

Três ebooks gratuitos para diretores e técnicos que querem elevar a maturidade da gestão antes mesmo de conversar.

Ebook · GeoInovações

5 erros comuns em sistemas de remediação e como a modelagem ajuda a evitá-los

Os erros recorrentes que inflam custos e atrasam projetos de remediação ambiental — e o papel da modelagem em cada um deles.

Ebook · GeoInovações

5 passos para você começar a modelar do zero

Roteiro prático para engenheiros, geólogos e gestores ambientais que querem entender modelagem numérica sem partir de pré-requisitos pesados.

Ebook · GeoInovações

Introdução à Intrusão de Vapores

O fenômeno mais subestimado em áreas contaminadas urbanas. Conceitos, riscos e fluxo de avaliação.

Perguntas frequentes

Antes da nossa conversa.

  • Sempre que houver decisão de investimento relevante em jogo — desde a definição de um plano de investigação até a escolha de uma estratégia de remediação ou a aprovação de um plano de gerenciamento de poços. Modelar custa fração do que se gasta errado por não modelar.

  • Não. A modelagem direciona a investigação — define onde, quanto e em que profundidade amostrar. As duas etapas são complementares e o modelo é refinado conforme dados novos ingressam.

  • Sim. A atuação é nacional e internacional, com projetos já executados no Brasil e em parceria com instituições europeias.

  • É uma conversa estruturada para entender o contexto do projeto, a fase atual e onde a modelagem geraria maior impacto. Não é proposta comercial — é orientação técnica gratuita para qualificar se faz sentido seguir adiante.

  • Os projetos são executados pela equipe técnica da GeoInovações sob curadoria direta de Marcio Alberto, com revisão pessoal das premissas, calibração e entregáveis estratégicos.

  • Os projetos seguem as normas aplicáveis: resoluções CONAMA (420/2009 e correlatas), Decisões de Diretoria da CETESB, ABNT NBR 15.515 (avaliação preliminar e investigação confirmatória), além de guias internacionais (USEPA, ITRC) quando pertinente.

  • Conforme o tipo de projeto: MODFLOW, MT3DMS, SEAWAT, FEFLOW, Visual MODFLOW Flex, GMS, entre outros. A escolha é definida pelo problema, não pelo software disponível.

Próximo passo

Trinta minutos podem redefinir como sua empresa investe em gestão ambiental.

Agende um Diagnóstico Estratégico gratuito. Sem proposta comercial no fim — apenas clareza técnica sobre onde a modelagem geraria o maior impacto no seu contexto.

Ou envie uma mensagem pelo WhatsApp · contato@marcioalberto.com.br